Modelo trocou malas rígidas por outras feitas de couro, ficando mais tradicional.
A Indian anunciou nova variante para sua moto Roadmaster. O modelo passa a contar agora com a versão Classic nos Estados Unidos. A principal diferença está na adoção das clássicas malas de couro, deixando a moto estradeira mais tradicional.
Esta novidade também será vendida no Brasil, mas ainda sem data definida.
Elas substituem as malas rígidas da Roadmaster, mas mantém material reforçado por baixo do acabamento de couro, não prejudicando a proteção dos objetos.
Apesar do visual "mais raiz", o modelo mantém tecnologia da Roadmaster, com tela multimídia sensível ao toque, luzes de LED e assentos com aquecimento.
O motor segue o mesmo V-Twin de 1.811 cc. Com 392 kg, a Roadmaster Classic tem 2.656 mm de comprimento.
Mala de couro da Indian Roadmaster Classic (Foto: Divulgação)
À esquerda, moto com roda de liga leve (Dafra Riva 150); ao centro e à direita, motos com rodas radiadas (Yamaha YBR 125 Factor e Honda CG 125 Fan) (Foto: Caio Kenji / G1)
Um leigo pode achar que pneus são todos iguais. Mas, seja os de motocicleta ou de outros veículos, eles são complexos. No vasto panorama de marcas, tamanhos e modelos, um aspecto técnico se destaca do ponto de vista da segurança: o interior dos pneus. Ler “tubeless” ou “tube type” na lateral deles, no meio de um emaranhado de números e letras, faz grande diferença – capaz até de salvar a sua pele.
Pneu "tubeless", sem câmara (Foto: Roberto Agresti)
“Tubeless” define o mais seguro pneu sem câmara de ar, enquanto “tube type” é o nome dado ao modelo mais manjado, com câmara. A principal diferença entre um e outro, em termos práticos, é que o pneu sem câmara, se atravessado por um prego, tenderá a esvaziar gradualmente. Já os pneus com câmara de ar esvaziarão praticamente de uma vez.
Quem anda de moto sabe bem a diferença: mesmo os mais insensíveis condutores são capazes de perceber quando o pneu perdeu pressão. A moto fica com a agilidade e maneabilidade comprometida, e basta parar em um posto e regular a pressão que tudo volta ao normal. Já o esvaziamento rápido, especialmente do pneu dianteiro, torna o controle da moto praticamente impossível. E as consequências podem ser bem ruins quanto mais elevada for a velocidade.
Pneu "tube type", com câmara (Foto: Roberto Agresti)
Tecnicamente, a diferença entre os tipos é pequena. Nos pneus sem câmara, há uma camada interna chamada de “liner”, que funciona como uma espécie de capa que assegura maior retenção do ar. Além disso, no desenho do talão de um pneu sem câmara – nome dado às bordas do pneu, que encostam no aro de roda –, a área de contato com o aro é mais ampla, assim como também há uma tolerância dimensional limitada. Fazer um pneu sem câmara entrar na roda é sempre mais difícil porque essa folga é pequena, justamente para eliminar a chance de o ar escapar.
Estrutura de um pneu sem câmara (Foto: Divulgação/Pirelli)
As rodas devem ser específicas para pneus sem câmera, que são incompatíveis com as raiadas convencionais. De fato, apenas algumas maxitrail (motos de uso misto) contam com rodas raiadas projetadas para pneus “tubeless”. Nelas, o aro não é transpassado pelos raios como nas rodas raiadas das motos pequenas, o que permite a fuga do ar. A regra para saber se é ou não possível usar pneus sem câmara na sua moto é simples: se ela tem roda de liga, sim, vá em frente. Nas rodas raiadas, nunca use, salvo as exceções citadas e a não ser que você coloque câmara de ar no "tubeless" antes de instalá-lo. Um pneu sem câmara pode comportar uma, mas um que exige o item jamais funciona sem ele.
Consertos e trocas
A vantagem dos pneus sem câmara é indiscutível, e cada vez mais motos saem de fábrica com este tipo de pneu. A segurança é o aspecto mais importante, mas há outro bem significativo, o da praticidade na hora do conserto de um eventual furo. Regra número um: caso você tenha uma moto com pneu sem câmara e veja um prego ou algum outro “alien” espetado nele, jamais o retire. O prego serve como tampa do orifício e, enquanto ele estiver cravado ali, o ar que se perde tende a ser mínimo. Uma vez no borracheiro, o conserto de um pneu sem câmara não exige a sempre trabalhosa e demorada operação de retirada da roda, pois basta remover o vilão e inserir no furo uma espécie de “macarrãozinho”, componente específico que veda a fuga de ar. Você mesmo pode ter um kit com esse material e a ferramenta para aplicá-lo, o que não exige espaço nem grande habilidade.
Se tiver que trocar os pneus, leve sempre em consideração que, de simples, eles não têm nada. Antes de estarem prontos para uso, exigem experimentação de altíssimo nível, ou seja, testes de laboratório e de campo, uso extremo em pista e estrada. Por isso, é mais do que aconselhável confiar nos produtos de fabricantes renomados: pneus com marca de pneu, de marcas homologadas pelas fábricas de motos e usados como equipamento original.
A tecnologia aplicada ao projeto e construção dos pneus das motocicletas teve uma evolução brutal nas últimas duas décadas. Esse progresso pode ser visto não apenas pelo melhor comportamento dinâmico – leia-se maior aderência, poder de frenagem e durabilidade –, mas também pela grande resistência a furos e danos estruturais.
Pneus sem câmara devem ser a primeira opção tanto na hora da reposição como no momento da escolha da sua nova moto. No caso dos modelos sem rodas adequadas aos “tubeless”, é recomendável cogitar a troca das rodas: a despesa não é indiferente, pois um par de rodas de liga leve para uma 125/150cc pode custar cerca de R$ 500, cifra que é praticamente 10% do valor de uma moto zero km. Porém, tendo em vista a maior segurança e praticidade no conserto, a atitude equivale a contratar um anjo da guarda suplementar.
Fonte: G1.globo.com
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Fabricada especialmente para o transporte de tropas, a Zundapp KS 750 foi construída entre os anos de 1940 e 1944 para o Alto Comando Alemão. E para não terem gastos excessivos com manutenção, principalmente se ela quebrasse no campo de batalha, suas peças tinham 70% de semelhança com as da BMW R75 – que também foi outra motocicleta muito utilizada na Segunda Guerra.
Em quatro anos de fabricação, foram produzidas 18.695 unidades para o exército alemão. Suas principais características são: motor de 26 hp a 4.000 rpm, rodas traseiras e a do sidecar tracionadas, câmbio de 4 marchas, freios hidráulicos na roda traseira e no sidecar – primeira motocicleta equipada com esse recurso.
A Kundapp KS 750 ganhou o apelido de “elefante verde” pois tinha o torque tão alto que conseguia transportar quatro pessoas e ainda rebocar certas cargas pesadas.
Durante a Segunda Guerra Mundial o exército americano usou motos Harley-Davidson que eram chamadas de “WLA”. O motor era confiável para aquele tipo de situação no front, porém inadequado para os dias de hoje. Possuía três marchas e embreagem no pé.
A “WLA” teve uma réplica adaptada para os dias de hoje chamada de Warboy. Nela, uma Sportster 883 com quadro alterado e sistema elétrico de 12 V, lanternas, freios, câmbio, partida elétrica e motor V-Twin.
Para quem não prestou atenção, a “WLA” foi utilizada no filme Capitão América – O Primeiro Vingador (2011), e a Harley-Davidson fabricou cinco motos especialmente para a película. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Harley despachou cerca de 90 mil motocicletas “WLA” para defender suas tropas contra a ofensiva nazista. Curiosidade à parte, a moticleta foi carinhosamente apelidada de “Libertadora”.
Você é uma mulher bonita, bem-humorada, inteligente, parceira e ama seu companheiro. E você pode ser tudo isto também na garupa de uma motocicleta. Moto não é sinônimo de perigo e desconforto. Para te mostrar isto, separei 17 dicas com pequenas atitudes para fazer você se sentir melhor em uma viagem de moto.
1Vista o equipamento correto
Capacete, calça, jaqueta, luvas e botas apropriadas, e em caso de chuva, capa de chuva. É sim um investimento, mas tudo na vida tem um dress code. Ou você vai a um baile de gala vestindo agasalho de moletom? No caso das viagens de moto, o motivo maior é a segurança. Não é porque você não está pilotando que deve ficar exposta a riscos e desconfortos. Tenha os equipamentos específicos para viajar de moto. Deixe a bota delicada e com salto para ser vestida quando você descer da moto e não for mais subir na garupa.
2Use uma boa jaqueta com proteções
As luvas, calças e botas de motociclismo têm proteções fundamentais para sua segurança. Vale uma atenção especial para a jaqueta, pois protege seus braços e principalmente seu tórax e todos os ossos e órgãos desta importante região. Existem muitas marcas com modelos lindos para mulheres, por exemplo: Spidi que tem corte italiano, clássico; Pharao que é uma marca alemã, com modelos ao estilo aventureiro; Fieldsheer, que tem preços ótimos; Olympia; Alpinestars e BMW. Se você for à Europa ou aos Estados Unidos, pode trazer de lá com preços melhores.
3Opte por Capacete escamoteável/articulado e no tamanho certo para você
Um capacete no tamanho certo para você é fundamental, firme e confortável. O articulado ou escamoteavel é a melhor opção. Você não precisará tirar ele toda vez que quiser falar e ser ouvida (e nós sabemos que você adora falar). Além disso, você enxergará seus bolsos, zíperes, poderá retocar a make ou protetor e etc., tudo isso sem tirar o capacete, bagunçar o cabelo e perder os brincos, bastará levantar a proteção do queixo. Mesmo com este capacete, não é correto levantar a viseira com a moto em movimento, principalmente a mais de 80 km/h. A viseira te protege de qualquer mosquito ou objeto que poderá vir da estrada.
4Use buff durante todo o tempo em que estiver na moto
Este lenço em formato de tubo é a salvação da mulher motociclista. Ele é leve, fácil de lavar e secar, e ajuda a manter seu capacete limpo por dentro, já que não deixa seus cabelos em contado com o forro. A forma mais simples de usá-lo é colocando-o pela cabeça e só deixando seu rosto de fora. Nas paradas ao longo do percurso, você pode tirá-lo ou usar como tiara, lenço de pescoço, etc.
5Suba pelo lado esquerdo da moto
Sempre que for subir ou descer da moto, avise o piloto e espere a confirmação dele. Quando ele autorizar, suba ou desça pelo lado esquerdo, de forma sutil e delicada.
Um dos jeitos que funciona para descer, é levantar-se da moto, mantendo os pés nas pedaleiras, apoiando as mãos nos ombros do piloto, e contornando a perna direta flexionada para trás enquanto você gira seu corpo para direita no sentido horário. Como se descesse um degrau, coloque seu pé direito no chão, com você de frente para a moto, e depois retire o pé esquerdo da pedaleira. Para subir, você deve usar o mesmo método.
6Seja companheira do piloto
Não é porque você ainda não ama moto, ou está com medo, que você precisa tornar a viagem de vocês um pesadelo. Tente entender que ele também quer se divertir em segurança. Portanto, conversem para entrar em acordo sobre o que te incomodar.
7Curvas
O importante é manter seu corpo próximo ao dele, e seguir naturalmente o movimento do tórax dele, inclusive nas curvas. Nem pense em "consertar" as curvas, você pode causar um acidente.
8Segure-se, mas não seja um caixote
Para colaborar, com a segurança, enquanto estiver na moto, não se mexa muito ou bruscamente e não desconcentre o piloto. Mas, não precisa ser uma múmia, vale fazer um carinho sutil. Não fique "solta" na moto, batendo seu capacete a cada frenagem e se jogando para trás a qualquer aceleração. Segure-se com os dois braços na cintura dele, na perna, na alça de trás da moto, enfim, onde se sentir mais confortável e segura. Suas pernas também são fortes aliadas, esteja com os pés bem posicionados e sem atrapalhar os pés do seu companheiro. Seus joelhos podem ficar levemente pressionados no quadril do piloto, o que te ajudará a seguir naturalmente os movimentos do corpo dele. Se você estiver atenta à viagem, perceberá, inclusive, os momentos de se segurar mais, e poderá relaxar um pouco nas outras circunstâncias. Uma forma confortável, é segurar na cintura do piloto, e nos momentos de frenagens, se segurar na barra de trás para não empurrar o piloto para frente.
9Peça e aceite feedback
Seja uma boa garupa, pergunte ao piloto o que você pode fazer para melhorar, e se esforce para evoluir. Você também deve dar feedback, para tornar a viagem de vocês boa para ambos. Aliás, não se ofenda com o que o piloto disser e seja gentil ao dar suas sugestões. A primeira vez que estive na garupa por 1.000 km em um mesmo dia, achei romântico. Então, perguntei ao meu namorado "como foi levar sua namorada na garupa?", imaginava ouvir que "foi a realização de um sonho", mas ouvi que "você mexe muito". Enfim, é melhor dar risada.
10Não durma
Parece piada, mas há quem durma na garupa. Nunca faça isso! Se você perceber que está ficando sonolenta, deixe o piloto avisado. Peça para parar para um café, vá mascando chiclete, tire fotos, cante sozinha, enfim, não se entregue ao sono. Uma opção para as garupas mais sonolentas é a instalação de um intercomunicador no capacete dela e do piloto.
11Tire fotos
Em muitos momentos é possível fazer boas fotografias com máquinas compactas ou máquinas de ação, sem se mexer demais ou bruscamente. O cordão que segurar a câmera ao redor de seu pescoço pode ser grande o suficiente para você esticar seu braço. Assim, você conseguirá fotografar objetos em distâncias e alturas diferentes e até fazer uma selfie do casal na moto. Quando não estiver utilizando a máquina, guarde-a dentro da jaqueta ou no bolso da jaqueta.
12Use bem seus bolsos da Jaqueta
O uso varia conforme os hábitos de cada pessoa. Mas, sugiro manter escova e pasta de dentes no bolso da jaqueta. É possível também levar um sachê pequeno de protetor solar, rímel (à prova d'água para não virar a panda motociclista, etc.), colírio, lenço de papel ou lenço umedecido, perfume em embalagem de amostra, uma bala que não derreta, documento em um saco plástico fechado, dinheiro e cartão, entre outros itens que são sempre bons de estar à mão, principalmente para as paradinhas de estrada. Enfim, com moderação, mas faça dos bolsos da sua jaqueta a sua bolsa.
13Frio e segunda pele
A roupa que você usará por debaixo da jaqueta é quase uma roupa invisível, pois em uma viagem longa, a maioria das vezes você estará vestida com a jaqueta. Porém, a roupa que usará por baixo é fundamental para o seu conforto, ao mesmo tempo em que é uma roupa que desgasta e suja. Todos recomendam que se use uma segunda pele adequada ao clima que for encarar, ou seja, inverno ou meia estação. No caso do verão, você pode vestir uma camiseta. Pessoalmente, sou adepta de malas muito enxutas. Para facilitar isso, para os dias dedicados à motocicleta, visto alguma blusa de manga comprida ou curta que seja confortável, barata e velinha ou com algum defeito. Assim, após usá-la uma, duas ou três vezes, eu posso jogá-la fora sem muito remorso. E ainda aproveito o trapinho para limpar o meu equipamento.
14Capa de Chuvas
Jaquetas, calças, luvas e botas podem ser muito estilosas e confortáveis. Mas, infelizmente, capas de chuvas não são. De qualquer forma, tenha sempre calças e jaquetas impermeáveis no baú traseiro da moto. As capas de chuvas podem ser de marca ou mais simples, como as utilizadas pelos motoqueiros urbanos. Minhas sugestões são para não optar pelo macacão, pela complicação ao ir ao banheiro; e para que escolham cores bem chamativas, com o fim de reduzir a chance de que outros veículos não vejam vocês por causa da redução da visibilidade na chuva.
15Bagagem, quanto menos, mais conforto. Leve apenas o necessário
Para uma viagem de 20 dias, com cerca de 15 dias na moto e 5 dias de descanso, é possível fazer uma mala bem enxuta e leve.
Sugestões: óculos escuros; vestuário completo para moto; 15 pares de meia "descartáveis"; roupas intimas confortáveis para os dias na moto, podendo ser descartadas; roupas íntimas para os dias de turismo sem moto; para a estrada, 4 camisetas de manga curta e 2 camisetas de manga comprida simples (ou segunda pele), sendo cerca de 50% delas descartáveis; roupas para passeios diurnos nos dias livres, podendo ser 2 calças, 1 calçado confortável, 2 blusas, 1 agasalho leve, 1 ou 2 echarpes e 1 conjuntinho de bijuterias conforme roupas escolhidas; roupas para os jantares que podem ser 2 conjuntos de roupas e acessórios que você reveze conforme uso, neste item você pode levar um saltinho e apenas um agasalho para outono. Os acessórios, como as echarpes, são fundamentais, pois com eles você muda o visual, usando as mesmas peças de roupas.
16Nécessaire
A nécessaire é muito pessoal, porém, algumas dicas podem servir para muitas mulheres. Como a dica das embalagens leves, pequenas e descartáveis, para você reduzir a bagagem ao longo da viagem. Leve shampoo e condicionador em frascos calculados para os dias de uso, ou troque o condicionador pelas ampolas de hidratação. Uma dica boa é não se desfazer dos sachês de amostra de perfumes, protetor solar e hidratante, assim, você leva apenas as porções necessárias. Selecione as maquiagens que de fato você usará, dando preferência para as que sejam à prova d'água, pois podem ser utilizadas na moto também. Se for levar fixador de maquiagem, penteado, demaquilante e removedor de esmaltes, opte pelas embalagens de bolsa, que são bem menores. Se você é mais detalhista, não se esqueça da pinça, alicate de cutícula, lixa de unha e esmalte da cor que estiver usando. Por fim, é possível fazer uso de protetor diário de calcinhas, assim, pode levar um pouco menos de calcinhas.
17Aproveite
Independentemente do quão rigoroso o clima for, ou da sua adaptação, esforce-se para aproveitar cada segundo e experimentar este novo estilo de viajar. Delicie-se com as paisagens. Lembre-se que talvez você não tenha outra oportunidade de ver o mundo tão de perto e com tanta dedicação. Aproveite a chance e faça as fotos mais marcantes de sua vida.
E por favor, volte planejando a próxima viagem e convidando as amigas.
Cecília Mendes Barros nunca teve carro, apesar de ter habilitação de caminhão. Tem 30 anos, 25 de garupa, 15 como piloto e já pilotou por diversos países, sendo a única mulher brasileira a chegar pilotando em Nordkapp, ponto mais setentrional da Europa. É mineira, motociclista, Head de Captação de Recursos da Fundação Abrinq, advogada e viciada em adrenalina, esportes e viagens. Em 2008 foi premiada entre os 20 jovens de maior destaque na área social no Brasil, e em 2009 foi premiada como uma das 20 jovens que causaram maior impacto social no mundo..
Painel ficou 100% digital e modelo recebeu novas cores e grafismos.
Preço sugerido pela marca para o modelo 2016 é de R$ 15.015
Yamaha Ténéré 250 flex 2016 (Foto: Divulgação)
A Yamaha Ténéré 2016 chegará às concessionárias da marca a partir da 2ª quinzena de maio com algumas novidades, entre elas a introdução do motor flex, mesmo da Fazer 250. Além de se tornar bicombustível, a moto teve a traseira redesenhada e ganhou novas cores e grafismos. Seu preço sugerido é de R$ 15.015.Outra novidade, foi a adoção de painel 100% digital com iluminação de LED, que traz indicador ECO, que acende quando o motor trabalha na faixa de rotação de maior eficiência, indicando uma pilotagem mais econômica.
De acordo com a empresa, as modificações na traseira proporcionaram novo bagageiro e a capacidade de carga foi aumentada de 4,7 kg para 7.kg. As novidades continuam com novas alças de apoio lateral, de alumínio, lanterna de LED e protetor de escapamento,
O motor flex de 249,45 cm³ tem potência máxima gerada de 20,7 cv, quando abastecida com gasolina, e de 20,9 cv, com etanol, ambos atingidos a 8.000 rpm. O torque, por sua vez é de 2,1 kgf.m quando com etanol e 2,09 kgf.m quando gasolina, disponíveis a 6.500 giros.
O Moto Grupo Christ Motors Acre em parceria com o Projeto Mateus da Igreja Quadrangular Areal, realizou nesta noite de sabado,11, mais uma ação social. Desta vez entregamos sopa na Maternidade Bárbara Eliodora, onde haviam várias pessoas aguardando atendimento medico pre-parto. Esse projeto tem como função, ajudar as pessoas, nós temos visitado hospitais, praças...O Objetivo é levar alimentação às pessoas necessitadas e levar a palavra de Deus. Agradecemos aos integrantes desse projeto e as pessoas que de alguma forma ajudaram financeiramente e fizeram acontecer esse ato de fazer o bem sem olhar a quem.
Se você se interessar em adorar esse projeto como parte da sua vida, ou ajudar de alguma maneira com alimento e algum outro donativo entre em contato conosco pelas redes sociais, nosso email ou na Igreja Quadrangular do Areal, fundadora desse Projeto.
Em comitiva, mais de 50 motociclistas da capital levam ajuda à comunidade de Brasiléia
“Um irmão nunca deixa outro na estrada”, esse, entre outros lemas de solidariedade seguidos pelos diversos clubes de motociclismo em todo o país, foi colocado na estrada e levado em forma de apoio a diversas famílias em situação de calamidade que vivem no município de Brasiléia, uma das regiões mais destruídas durante a cheia do rio Acre, considerada a maior catástrofe natural da Amazônia em décadas.
Mesmo também vivenciando um momento difícil motivado pela cheia, a comunidade rio-branquense mostrou todo seu espirito humanista e aderiu em peso à campanha dos motociclistas da capital chamada “Sou motorista solidário”.
Os motociclistas arrecadaram donativos como roupas, brinquedos, arroz, feijão, leite em pó, café, açúcar, artigos de primeira necessidade que fazem toda a diferença para as pessoas que vivem esse momento de penúria, além da arrecadação de mais de R$ 6.700 que foram usados na compra em atacado de produtos.A campanha foi tão produtiva que para transportar as doações os organizadores da ação social contaram com o apoio da empresa Star Motos, que cedeu um caminhão baú para transportar a ajuda aos munícipes de Brasiléia.
No domingo (8) por volta das 07h os motociclistas já se reuniam em um ponto de partida programado pela organização da ação solidária, por volta das 08h mais de cinquenta motociclistas se agrupavam no local. Com tudo pronto o grupo partiu em comitiva pela BR-317.
A parada para o café da manhã foi em uma pensão já conhecida pelos motociclistas da capital acreana localizada em Capixaba, há 77 quilômetros da cidade de Rio Branco. Após o café o grupou seguiu aproximadamente 90 quilômetros até uma rápida parada na entrada da Estrada da Borracha, via de acesso à cidade de Xapuri.
Logo em seguida sem parada, mais aproximados 50 quilômetros em duas rodas pelas paisagens acreanas até chegar à cidade de Brasiléia.
Dentro da cidade os motociclistas se tornaram atração, a comitiva realizou uma volta pela área destruída e constataram a situação de terror instalada na cidade de Brasiléia, são dezenas de famílias morando ainda em área de risco, muitos deles já perderam tudo.
Bairros inteiros destruídos, comércios e residências arrastados de forma brutal pela enxurrada que avassalou a cidade, muitas crianças sem nenhuma previsão do início do ano letivo, e muita gente urgentemente necessitada.
Mais de 2 toneladas de donativos foram entregues a representantes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil municipal, que deram a garantia de que tudo vai chegar o mais rápido possível aos flagelados da cheia do rio Acre.
Todos os donativos foram devidamente alojados em um galpão da extinta CAGEACRE (Companhia de Armazenamento Geral do Acre), em Brasiléia, sob o acompanhamento e fiscalização do Comandante do Corpo de Bombeiros na cidade, Capitão Fernandes.
Após cumprirem a missão, por volta das 16h os motociclistas partiram rumo à cidade de Rio Branco, com o sentimento de missão cumprida e de espirito renovado para novas ações visando apoiar os irmãos acreanos que penam com a cheia que ainda ao terminou.
Os voluntários
Participam da campanha como voluntários membros dos motogrupos e motoclubes: Acre Motopasseio, Rota X, Viramundo Rasgação, Gaviões da Amazônia, Christ Motors, Trilhas do Aço, XT Moto Grupo, Custon & Trail, Speed Passeios, Moto GP, 100% Amazônia, além da coordenação do evento Amazônia Motorcycles.
As empresas Acre Motors, Star Motos, Kampô Promoções e Eventos, EME Amazônia e o jornal eletrônico Acreaovivo.com apoiam institucionalmente essa ação.
A campanha de arrecadação continuará nesta próxima quinta-feira (12/3) das 17h às 20h no semáforo das esquinas da Av. Ceará e Rua Mal Deodoro, repetindo-se no sábado (14) das 7h30 às 13h no mesmo local.
Uma iniciativa que partiu de pessoas ligadas ao motociclismo e empresas privadas no Acre, gerou uma coleta de gêneros alimentícios em vários postos distribuídos pela cidade de Rio Branco.
No caso dos MG's, MC's e MCC's fizeram o 1º e o 2º Pit Stop na Avenida Ceará em frente a Agro Boi, com o intuito de arrecadar donativos tendp finalidade à doação aos atingidos pela maior cheia histórica do Rio Acre, que devastou algumas cidades do Estado.
Segundo informações passadas posteriormente, tudo foi feito sem qualquer participação de órgão governamental do Estado. A cidade de Brasiléia foi contemplada pela iniciativa e foi muito bem recebida pelo prefeito Everaldo Gomes.
Por parte dos Moto Grupos e Clubes dos motociclistas participantes foram; MG 100% Amazônia Acre, Rota X, Os Kafas MCC, MG Viramundo Rasga Chão, MC Gaviões da Amazônia, MG Christ Motors Acre, MG Trilhos de Aço, XT Moto Group, Custom e Trail, Speed Passeios e Moto GP Acre, além do apoio das empresas EME Amazônia, Star Motos e Kampo Promoções e Eventos.
Além dos sacolões doados, os participantes realizaram uma tour pela cidade de Brasileia, nas partes que foram alagadas, onde puderam ver de perto o que aconteceu aos moradores e ficaram sensibilizados.
Foi informado ainda que, os Moto Grupos e Clubes e empresas acima citados, estão realizando mais arrecadações para que os desabrigados da cidade de Xapuri seja contemplados neste final de semana.
O MotoCulto tem como principal objetivo agradecer a Deus por cada quilômetros percorridos pelos motociclistas.
Banda Vida Plena, Herdeiros da Fé (HDF) e Rosana Guilherme, foram os convidados especiais para louvar ao Senhor no 2º Moto Culto realizado no último sábado (21), na Igreja do Evangelho Quadrangular do Bairro Areal, ao qual tem como dirigente Pr. Sergio Sá.
O 2º Moto Culto, teve uma noite de muito louvor e gratidão que atraiu diversos jovens. Promovido pelo Moto Grupo Christ Motors Acre, teve intuito de arrecadar alimentos para instituições de caridade, famílias carentes e agradecer a Deus por cada quilômetros percorridos pelos motociclistas.
O Moto Grupo Christ Motors foi fundado em 04 de Outubro de 2014, por Benny Nasck (Presidente) e o Magno Souza (Vice-presidente) com a finalidade de promover passeios, encontros, gincanas, reuniões, almoços, jantares, lanches, evangelismos e eventos que estimulem o uso responsável da motocicleta e triciclo, desenvolvendo projetos sociais, culturais e humanitários, além de prestar serviços de utilidade à comunidade e instituições de caridade.
"Esse segundo Moto Culto, ficará guardado em nossas lembrança, pois é o começo de um projeto que ajudará muita gente. Sabemos dos diversos perigo do trânsito, e assim como está escrito no livro de Salmos 9,1 existem setas malignas tentando nos ceifar. Por isso realizamos esse Moto Culto para agradecer à Deus por cada livramento que ele têm nos dado e ainda há de proteger", disse o vice-presidente Magno Souza.
No momento do culto foram apresentados fotos e vídeos das viagens feita pelo grupo. Além de muito louvor, houve sorteios de diversos brindes incluindo bolo e pudim, e claro, o momento da palavra de Deus.
Três amigos cruzam 13 países com a Ténéré-Dicas de mecânica de motos
Uma viagem que deve ser o sonho de qualquer motociclista que gosta de aventura. No dia 03 de novembro três amigos saíram da cidade de Manaus com destino aos Estados Unidos. Irão passar por 13 países: Brasil, Guiana, Venezuela, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, Guatemala, El Salvador, Belize, México e Estados Unidos. A previsão de chegada é no dia 23 de dezembro. Serão 50 dias de viagem e 31.000 km percorridos.
É uma aventura inesquecível, que marca a vida. Saindo do Brasil em direção a Venezuela e depois Colômbia, na cidade de Cartagena os motociclistas utilizaram um Catamaram (uma espécie de barco) para atravessar o canal para o Panamá. Seguiram pela a América Central costeando todo o Oceano Pacífico até o México para entrar nos EUA por Tijuana. A viagem pode ser acompanhada em tempo real, na última atualização estavam em Las Vegas. A aventura passará ainda pela lendária rota 66.
Mas quem são estes motociclistas? Três apaixonados por motos e aventura: José Milton Carvalho (jmmdcar@ig.com.br), Marcelo Santos (marcelobr116@hotmail.com ) e Rogério Gouveia (rogeriofgouveia@gmail.com ). " Serão aproximadamente 30 mil quiilometros de terras desconhecidas, 13 países completamente diferentes um do outro. Enfrentaremos tudo isso mais a tolerância que teremos de ter um com o outro. Serão mais ou menos 50 dias de convivência e acreditamos que será mais um desafio, pois sabemos que é do ser humano ser intransigente, porém no nosso caso, já nascemos com algo em comum: O amor nato por viajar de motocicleta." Declarou José Milton.
Eles poderiam ter escolhido uma moto mais potente, como a Super Ténéré 1200, ou mesmo a 660cc, mas a escolha da 250 tem explicação. A manutenção da moto é mais simples e barata de se fazer. Em 30 mil km será necessário algumas trocas de patilhas de freio, relação, pneus. E fazer isso na Super Ténéré, por exemplo, não é uma tarefa fácil. Além disso
o peso e o valor da moto seriam um obstáculo, e uma possível queda com uma moto grande traz grandes prejuízos. Além disto a Ténéré 250 já provou ser uma moto boa para estas aventuras. O motor já é utilizado pela Yamaha na Fazer e na Lander, e muitas das peças da Ténéré são iguais as utilizadas pela Lander.
A sensação de liberdade que a motocicleta proporciona é maravilhosa, e nesta viagem muitas histórias serão contadas por estes três aventureiros. Estou acompanhando a viagem e as fotos que são postadas. Quem sabe não participo da próxima expedição. A Ténéré eu já tenho, só falta tempo e dinheiro para isso...